10 de janeiro de 2012

Vencendo as limitações

Por Marcos Lodi

Hoje quero falar com você que se encontra neste momento com tédio do mundo em que vive, triste e sem perspectivas de sair da dificuldade. Não sei qual é o seu problema, mas aqui segue o mapa para encontrar a solução.

Vivemos num universo diversificado. A tempestade aparente para mim, pode ser a neblina para você. Maremoto para uns, gotas de chuva para outros. Cada pessoa vive seu problema e o grau de significação também varia. Depende da forma que se vê. Tenho convicção da existência de problemas na minha vida assim como na de qualquer um de vocês. Porém, sempre insisto em dizer nas adversidades, que minha vitória será maior ao supera-la. Todavia, para alcançar a superação existe uma regra importante: A assimilação do ensinamento. As barreiras são “invisíveis” para quem deseja aprender com as lições da vida.

O processo da privação gera conhecimento e este se faz necessário para almejar vitórias. Não existe herói que não tenha passado pelas contrariedades. Levando para o aspecto teológico, o grande exemplo e salvador deste mundo morreu para ser glorificado. Seu nome é Jesus Cristo. Portanto, sofrer pode ser bem menos difícil se você analisar tudo com o olhar ampliado. Saiba avaliar o problema e perceberá que este poderia ser muito mais grave. Esta não é a pior fase da sua vida, pois ela nunca existiu. Fases são mitos absorvidos pela humanidade mais confortada de todos os tempos. Tudo aquilo que é mais cômodo sempre gera maior procura. Para que se esforçar? Por isso, aí vem o grande conselho: O esforço vence a impossibilidade.

Somente através dele desenvolve-se a obstinação e seguidamente o aprendizado, maior patrimônio de todos. Você não precisará morrer para ter a sua glória, em contrapartida, não tenha vergonha de se matar para vencer essa batalha cotidiana, sabendo que ela nunca será páreo para o seu desejo de viver uma vida melhor.

4 de janeiro de 2012

Novos passos

Por Marcos Lodi:

Para conquistar alguma coisa é preciso renunciar outras. Isto ocorre porque geralmente quando se determina um objetivo ele requer comprometimento, foco e por isso a renúncia de tudo aquilo que pode atrapalhar seu caminho.

E dessa forma vivemos neste lugar repleto de beleza chamado mundo. Temos a violência, desigualdade, tristezas, amarguras, decepções, etc. Porém, quando se observa ao redor o sorriso das pessoas, a alegria de uma criança, árvores frutíferas, o velho papo  na banca de jornal. Tudo isso e muito outros momentos do cotidiano valem a pena.
E nada será possível senão existir a recusa em levar uma vida conturbada, quase apegada a mentira, cheia de relacionamentos sem ao menos ter um que sobressaia e complete, de fato, a sua existência, encontros sociais que terminam na embriaguez. Nada disso pode ser ruim, pelo contrário. Mas quando há o desejo maior, juntamente com este vem à necessidade de se abster para vencer.
Viver será algo maravilhoso de qualquer forma. As decisões implicam o novo começo que terá percalços, todavia os triunfos serão diários quando obtém-se, enfim, a certeza de que foi feita a escolha certa.

2 de janeiro de 2012

Culpado?

Por Marcos Lodi:

Quem inventou a culpa? Piores foram aqueles que se encarregaram de espalhar a mesma pelo mundo. Condenar e sentir-se condenado é algo muito desgastante para conduzir o caminho da vida.
Os erros estão por todas as partes e nós, sem exceção, os cometemos e na maioria das vezes somos incapazes de assumir. Por outro lado, a intolerância do homem nos leva ao não reconhecimento da falha e acaba nos ocasionando “ a razão” mesmo inexistente.
Se levamos um tapa ficamos propícios e “liberados” para o revide, pois o primeiro soco não veio de nossos punhos. Ora, onde fica o ensinamento de Deus que deve-se entregar a outra face àqueles que te esbofeteiam?
É difícil conter a ira, porém o silêncio pode justamente significar “dar o outro lado do rosto”. É pouco provável atacar quem silencia porque a reação é inesperada. Isto é ocasionado pela obrigatoriedade em pensar muito antes de agir. Julgar é a certeza de ser julgado, dia menos dia.
Emudecer perante um problema pode parecer covardia, porém em inúmeros casos significa confessar o desacerto, compreender o outro e esperar qual a sua posição. Reconhecer o erro é passo importante para grandes acertos desde que não se torne rotina.
Não viva culpado pelo mundo porque ninguém pode julgá-lo. Faça de sua mente um grande tribunal para que o veredicto seja dado por ti mesmo. Deste modo saberás onde errou e a trilha certa para transformar a adversidade em alegria. Da mesma forma que restaurar-se, não espalhe a culpa, pois ajuntará belas reflexões e feitos memoráveis.